Alguns tipos de vinhos: vinho tinto, branco e rosé.

Tem coisa melhor do que reunir a família ou receber amigos para um jantar descontraído? Deleitar-se com um bom prato, acompanhado por um vinho à altura, é um hábito que tem caído cada vez mais no gosto do brasileiro. Mas para não fazer feio na recepção aos convidados, é importante conhecer alguns tipos de vinhos e entender qual a melhor maneira de apreciá-los.

Está mais do que comprovado: além de fazer bem à saúde, contribuindo para o bom funcionamento do organismo, o vinho agrada muitos paladares e harmoniza com diversos alimentos.

Mas não pense que basta escolher uma garrafa qualquer na adega do supermercado para acompanhar aquele prato que só você sabe fazer. Existem muitos tipos de vinhos e não é fácil saber qual comprar. Por isso, é essencial conhecer um pouco de cada um.

Além de avaliar a embalagem, é recomendado analisar a cor da bebida. Para os tintos, por exemplo, a cor âmbar pode indicar que a bebida não está boa. Já os brancos, caso estejam amarelados, é sinal de que estão oxidados. Outra dica é quanto ao estado de conservação da cápsula (aquela capinha metálica que cobre a tampa) e a própria rolha.

Também é fundamental verificar se a temperatura do vinho está adequada na hora de servir. Os vinhos tintos devem ser servidos entre 14ºC e 18ºC, nunca gelados.

Já com os brancos acontece o contrário: para serem melhor apreciados, devem ser servidos a temperaturas de 6ºC a 12ºC. A melhor opção é deixar a garrafa em um balde de gelo enquanto é degustado.

Antes de continuarmos o assunto, um último lembrete: não se esqueça de que servir o vinho na taça correta é fundamental para cada opção escolhida.

A seguir, preparamos uma lista com alguns tipos de vinhos que vão tornar o seu evento mais do que especial. De quebra, você ainda confere quais são as comidas que mais combinam com cada um deles. Vamos lá?

1. Vinho tinto

O vinho tinto é produzido com uvas pretas ou vermelho-escuras. Sua tonalidade pode variar, dependendo da uva e da metodologia utilizada na produção. Quando se trata de popularidade, esse é o tipo mais preferido pelos brasileiros.

Em sua elaboração, deixa-se o mosto em contato com a casca o maior tempo possível. Para fazer o vinho tinto, é claro que se precisa de uva tinta, pois uma uva branca não daria cor suficiente — e poderia deixar o vinho com uma cor estranha.

Cabernet Sauvignon

A variedade de uva mais utilizada para a produção do vinho tinto é a Cabernet Sauvignon. Essa espécie é cultivada na França, Chile, Brasil, Estados Unidos, Itália, Austrália e África do Sul. Não à toa, é responsável pelos melhores rótulos do mundo. O resultado é um vinho seco encorpado, aromático e muito saboroso.

Carménère

Outra variedade bastante conhecida e que vale experimentar é a Carménère. Ela é de origem francesa, mas hoje em dia é praticamente cultivada apenas no Chile. Os vinhos dessa uva são mais escuros e seu aroma lembra frutas vermelhas.

Merlot

A Merlot é uma uva igualmente popular. É mais parecida com a Cabernet Sauvignon, mas com menos tanino e bem mais suave. Também é cultivada principalmente na França e no norte da Itália, podendo ser encontrada no Brasil e no Chile.

Lambrusco

Para quem gosta dos vinhos frisantes, mais doces e com pouco teor alcoólico, o Lambrusco é uma boa opção. É típico da Itália, mais especificamente da Emília-Romagna, porém popular no Brasil.

Malbec

Francesa por natureza, essa uva chegou à América Latina e se deu muito bem nos terrenos da nossa vizinha Argentina, principal produtora do Malbec hoje, mais especificamente na região de Mendoza.

Os vinhos provenientes dessa uva são tipicamente escuros e densos. Seu aroma lembra frutas de coloração forte, tais como cerejas maduras, ameixas, morangos e anis — características que conquistaram os paladares dos brasileiros.

Pinot Noir

O Pinot Noir é um dos mais prestigiados do mundo. É um vinho seco encorpado e com sabor mais delicado. É uma variedade que oferece elegância e finesse, com aromas de morango silvestre.

Tempranillo

Como o nome sugere, essa é uma uva tipicamente espanhola e que amadurece precocemente. Ela se adapta facilmente a diferentes climas, por isso também pode ser encontrada em Portugal, Argentina, Austrália, Estados Unidos e África do Sul.

Os vinhos produzidos com essa uva possuem uma acidez equilibrada e teor alcoólico de nível médio a alto. Sua textura é macia, com aromas de morango, amora, mirtilo, cereja, framboesa e ameixas.

Também são famosas — e valem a pena experimentar — as uvas para vinhos Syrah e Tannat, entre muitas outras.

Harmonização

Na hora de combinar a comida com os tipos de vinhos, vale a dica: pratos com sabor mais intenso devem ser combinados com vinhos de sabor intenso também.

Os tintos vão bem com sopas, massas e carnes vermelhas. Os tipos mais leves podem acompanhar peixes mais gordurosos, como o bacalhau, e carnes brancas, como frango e porco. Os queijos fortes também se incluem nessa lista.

2. Vinho branco

O vinho branco é produzido principalmente pelas uvas brancas. Você deve estar se perguntando: como assim “principalmente”?

Isso mesmo, também há brancos feitos de uvas tintas. Isso porque, neste caso, a bebida é feita com a polpa da fruta, e não com a casca. Ou seja, não há contato com as cascas avermelhadas ou escuras durante a sua preparação.

Entre os tipos de vinhos, esse é um dos mais refrescantes. Deve ser servido quando sua temperatura estiver entre 8ºC e 12ºC, o que o torna ideal para ser degustado em dias quentes.

Com aromas frutados, o vinho branco é leve e possui baixa acidez. Por essas características, é a melhor opção para acompanhar peixes e frutos do mar.

Chardonnay

Se tem uma variedade que pode ser considerada a “rainha das uvas”, é a Chardonnay. Se você gosta de apreciar um bom vinho branco, certamente já a experimentou. É um tipo popular e está espalhado pelo mundo todo, uma vez que é fácil de cultivar e vinificar. Suas origens são da Borgonha (na França), mas pode ser encontrada na Austrália, Argentina, África do Sul, Estados Unidos, Chile e Brasil.

Essa variedade tem um aroma de frutas exóticas, pêssegos, melão e frutas cítricas. Ela passa por um longo processo de maturação em madeira, o que dá um sabor peculiar e encorpado ao vinho.

Sauvignon Blanc

A uva Sauvignon Blanc é uma das mais plantadas no mundo e também tem origem na França. Há opções de vinhos secos, doces ou suave. Refrescante, possui boa acidez e leveza, com aromas minerais e frutados.

É uma boa pedida para pratos com peixes grelhados, frutos do mar e cozinha japonesa.

Moscatel

Também chamado de Moscato ou Muscat, são várias as denominações e a sua nomenclatura depende da região em que esse vinho for produzido.

A Moscatel é mais uma uva bastante conhecida e que está presente mundo afora, especialmente na região da Alsácia (na França), em Portugal, Itália e Espanha. Essa variedade pode ser utilizada para a produção de vinhos secos ou doces.

Entre os seus aromas, destacam-se o de flor de laranjeira. É um tipo que harmoniza bem com peixes leves e sem molho.

Gewürztraminer

Esse nome complicado com pronúncia alemã, na verdade, é de um vinho típico do norte da Itália. Claro que, ao provarem essa delícia suntuosa, os alemães e franceses passaram a produzi-lo com alta qualidade em suas regiões de clima extremamente frio.

Esse vinho possui uma cor amarelo-dourado e tem um intenso aroma de canela, pimenta-do-reino, noz-moscada, rosas e gengibre. É perfeito para qualquer momento. Combina bem com entradinhas de queijos ou canapés, assim como pratos de camarões ou lagostas.

Riesling

Essa uva é matéria-prima para vinhos secos ou doces, elegantes e intensos. Os mais famosos do mundo são de origem francesa, alemã e austríaca. Com sabor fresco, é frutado e leva um toque de flores e ervas.

Os vinhos Riesling são bastante aromáticos e se apresentam como ótimas opções para acompanhar carnes brancas e peixes frescos — aposta certeira para um almoço de domingo.

Pinot Blanc

Essa uva, que também é conhecida como Pinot Bianco, é originária da Alemanha e da vizinha região francesa da Alsácia. Também é cultivada em Borgonha, nordeste da Itália.

Versátil, é uma uva utilizada na produção de espumantes e em alguns doces para sobremesa.

O vinho feito com essa uva varia de médio a encorpado, tem boa acidez e responde bem ao amadurecimento em carvalho. Seu aroma se caracteriza por notas de amêndoas, toques florais e especiarias. No sabor, predomina a maçã.

Harmonização

Os vinhos brancos são melhor apreciados quando degustados com peixes e frutos do mar, conforme adiantamos. Nada de servi-lo com comidas mais pesadas, como carnes vermelhas e muito temperadas.

Risoto de camarão, frango, vitela, porco, peixes defumados, sopas e massas (dependendo do recheio) são alguns pratos que combinam com essa variedade.

3. Vinho rosado

O vinho rosé (ou rosado) é o meio-termo entre o branco e o tinto. Esse é um dos tipos de vinhos mais prestigiados, com alta popularidade. Se você nunca o experimentou, é bem provável que, ao fazê-lo, também ficará encantado. A fama é resultado de características que o tornam extremamente elegante.

Ele pode ser produzido de diversas formas. Pode ser feito como o tinto, mas nesse caso as cascas ficam menos tempo em contato com o vinho. Assim fica um pouco de cor, mas não tanto.

Outra forma, muito utilizada na Europa, é misturar um pouco de vinho branco com outro tanto de vinho tinto. Claro que a qualidade do vinho será diferente.

Após a obtenção da tonalidade, o processo de elaboração segue os moldes do vinho branco. O resultado é uma bebida leve, fresca e frutada.

As uvas para vinhos rosados mais utilizadas em sua elaboração são Carbenet Sauvignon e Franc, Malbec, Merlot, Pinot Noir e Syrah, entre outras.

Harmonização

Não tem erro. Se você sabe combinar pratos com vinhos brancos, vai acertar com os rosés. Peixes, saladas, frutos do mar, queijos leves e carnes brancas formam dobradinhas perfeitas.

4. Tipos de vinhos espumantes

Não tem como pensar em um evento especial e não se lembrar dos espumantes. Se você pretende organizar uma festa, não tenha dúvida: a escolha pelo espumante será mais do que certa. Mas você conhece cada um deles?

É comum as pessoas confundirem o frisante com o champanhe ou espumante. Basta ter borbulhas e pronto: o vinho passa a ser classificado como espumante. Mas não é bem assim.

Frisantes

Os frisantes são menos gaseificados e, por isso, não apresentam espuma (aquelas borbulhas). Esse tipo de vinho é elaborado a partir de um único processo natural de fermentação da uva, quando o gás carbônico é produzido.

Outra característica é o teor alcoólico. Em alguns casos, os frisantes podem apresentar menor graduação alcoólica (de 7% a 14%, segundo o Instituto Brasileiro do Vinho — Ibravin), enquanto nos espumantes o teor alcoólico é a partir de 10% até 13%.

O vinho frisante mais famoso é proveniente da Itália. São os chamados Lambruscos, que já mencionamos anteriormente.

Champanhe

Dos tipos de vinhos espumantes, este é considerado o mais original. A bebida é produzida nos vinhedos de uma região chamada Champagne, situada na França. Somente os vinhos produzidos nessa área, de clima bastante frio, podem ser chamados assim.

A exclusividade e sofisticação são garantidas graças ao altíssimo controle de qualidade pelos quais passam as vinícolas que os produzem. Desde a procedência das uvas utilizadas até o estilo de vinificação empregado na elaboração, tudo é rigorosamente controlado. Tudo isso garante à bebida o selo de certificação europeu.

Naturalmente fermentado, o vinho é elaborado com uvas Pinot Noir, Chardonnay e Pinot Meunier. Possui aromas e sabores exclusivos, com acidez e leveza na medida certa. Sem dúvida, é um vinho cheio de personalidade e perfeito para abrir o apetite.

Pratos à base de frutos do mar, como camarão, salmão e lagosta, harmonizam muito bem com ele.

Espumante

No vinho espumante, o gás carbônico nasce a partir da segunda fermentação. Para a sua elaboração, são utilizadas uvas específicas que dão a esse tipo uma característica de vinho fino.

Entre os tipos de vinhos classificados como espumantes estão:

  • Prosecco: essa uva (originalmente chamada de Glera) é de origem italiana (da região do Vêneto) e, claro, um dos nomes mais famosos entre os espumantes. Acumula altos níveis de açúcar e aromas, o que lhe confere uma acidez perfeita para esses tipos de vinhos.
  • Cavas: esse é o espumante da Espanha (mais especificamente, da Catalunha). Possui um sabor frutado e doce, o que agrada muitos paladares e o torna bastante popular na região.

Harmonização

Os espumantes são excelentes opções para coquetéis e aperitivos, no acompanhamento de entradas, saladas, carnes suaves e sobremesas. Camarões, carpaccio, canapés e caviar são algumas opções. A bebida também cai bem com frutos do mar, como lagosta e salmão, assim como carnes brancas.

5. Tipos de vinhos quanto ao açúcar

O vinho pode ser seco, meio-seco (ou demi-sec) e suave. O que vai variar é a quantidade de açúcar residual na bebida. Ou seja, quanto açúcar ficou após a fermentação do mosto da uva.

Vale lembrar que, em alguns casos, o açúcar é adicionado depois da fermentação para se atingir a quantidade estabelecida na legislação.

Para descobrir se o vinho é suave ou seco, é preciso prestar atenção no rótulo. Nos vinhos nacionais, essa informação vem no rótulo principal. Já nos vinhos importados, ela pode estar na parte posterior da garrafa.

Seco

Os vinhos secos, sejam eles tintos ou brancos, sãos aqueles que não apresentam sabor adocicado e, com certeza, os mais consumidos todos os dias em todo o mundo. Cada litro possui, em média, de 0 a 5 gramas de açúcar. Também é conhecido como vinho de mesa.

É durante o processo de fermentação que praticamente todo o açúcar da uva é transformado em álcool. Por isso é mais difícil para as pessoas que estão iniciando com a bebida começar por eles.

No entanto, é considerado o melhor entre todos os tipos de vinhos pelos enófilos mais experientes. Com teor alcoólico entre 10% a 13%, é um equilíbrio perfeito de sabores e aromas.

Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah e as demais castas da espécie Vitis vinifera são algumas das uvas nobres utilizadas na elaboração dos vinhos tintos secos.

Os brancos secos são principalmente elaborados com as uvas Chardonnay, Moscatel e Sauvignon Blanc, entre outras.

Harmonização

Na hora de servir, prefira os vinhos secos para acompanhar massas com molho de tomate, carnes vermelhas, frango assado ou cozido, queijos amarelos e frios em geral, além, claro, a boa e velha pizza.

Suave

Esse é um vinho de qualidade um pouco questionável. Existem os vinhos naturalmente doces, que podem ser excelentes. Porém há vinhos suaves adoçados artificialmente, o que contribui para uma má fama entre os mais experientes no mundo dos vinhos. Tanto um quanto o outro têm como característica principal o alto teor de açúcar.

A diferença entre o suave e o seco está na forma de produção. Neste caso, a fermentação é interrompida para parar a transformação do açúcar em álcool. Todo o açúcar restante é o que dá o sabor adocicado à bebida.

Justamente pela grande quantidade de açúcar (cerca de 20 gramas por litro), os vinhos suaves acabam agradando muitos paladares, sobretudo aqueles dos iniciantes. O sabor adocicado é bastante presente, com taninos e acidez sutis.

O vinho doce também pode ser elaborado com as uvas viníferas, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir e Chardonnay. No entanto, é comum encontrar vinhos suaves elaborados com as uvas produzidas para consumo e vendidas em feiras livres e supermercados.

Harmonização

O vinho doce é também conhecido como vinho de sobremesa. Logo, é uma ótima opção para acompanhar pratos adocicados. Também vale experimentar o contraste desse tipo de vinho com os queijos azuis.

Mas lembre-se: assim como as saladas temperadas com vinagre não combinam com vinho, as sobremesas à base de chocolate são somente acompanhadas de água.

Meio-seco

Também conhecido como demi-sec. Como a nomenclatura sugere, o vinho meio-seco fica no meio do caminho entre o seco e o suave. O teor de açúcar pode variar de 5 a 20 gramas de glicose, o que o faz ser um vinho tanto mais próximo do seco quanto do suave, com sabor mais adocicado.

Geralmente, esse vinho é mais frutado e possui notas de frutas vermelhas e flores. Também é proveniente das variedades da Vitis vinifera.

Harmonização

O meio-seco também combina com sobremesas. Para pratos principais, a melhor pedida para os demi-secs são as carnes brancas, como porco e frango.

Licoroso

O vinho licoroso, segundo o Ibravin, é o vinho com teor alcoólico natural ou adquirido de 14% a 18% em volume. Esses vinhos têm a característica de ser bem mais alcoólicos que os vinhos finos e de mesa e, em regra, são mais adocicados ou com características bastante peculiares.

São famosos os vinhos licorosos do Porto e de Xerez, que são dois produtos que possuem Denominações de Origem, ou seja, a certificação de qualidade internacional. Costumam ser tomados como aperitivos ou após as refeições.

Depois de conhecer tantos tipos de vinhos, é só escolher o que mais agrada o seu paladar (e o dos seus convidados) e organizar um evento megaespecial.

Lembre-se de que os vinhos tintos combinam mais com pratos à base de carnes vermelhas, massas com molhos feitos com tomates, sem falar nas deliciosas pizzas.

Agora, se o cardápio do seu jantar for mais leve e incluir peixes e frutos do mar, escolha entre os vários tipos de vinhos brancos. Mas se for um almoço em dias quentes, que tal uma taça daqueles mais refrescantes e elegantes, como os rosés?

Guarde essa lista e consulte-a sempre que precisar. Se você não é um expert em vinho (como a maioria dos brasileiros), é mais do que normal não saber ao certo, entre tantos tipos de vinhos, qual é o ideal para cada ocasião.

E se você quer saber mais sobre uvas para vinhos, não deixe de conferir o nosso post sobre o tema para ficar ainda mais por dentro do assunto. Um brinde e bom proveito!

Comments (5)

  1. Excelente matéria.Dicas essenciais.

  2. bem esplanado

  3. gostei muito

    1. ótimo,conseguiram acrescentar ao meu conhecimento … tenho hábito de tomar vinho todos os dias

  4. Eu adorei tudo,tirei algumas dúvidas tbm,gostaria de cada vez saber mais,gosto muito de assunto sobre vinhos,obrigada.

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