pessoa organizando a cozinha

Organizando a cozinha de forma eficiente: o guia completo!

Quem é que não gosta de ter uma casa sempre bonita e arrumada? Para tanto, a organização doméstica tem que se estender para todos os cômodos. Então, que tal começar organizando a cozinha?

O cômodo onde são preparadas todas as refeições merece uma atenção especial. E com os cuidados certos, o local não ficará apenas bonito, mas também será muito mais útil. No cotidiano, você notará que isso faz toda a diferença.

Na sequência, veja dicas de como deixar a casa organizada ao cuidar desse lugar!

1. A importância de uma cozinha bem organizada

Não importa se a sua cozinha inclui a mesa de jantar ou se a proposta é dividir ambientes. Esse cômodo merece atenção especial, tanto de quem recebe amigos toda semana quanto de quem tem uma vida tranquila. Afinal, a arrumação é a chave de um lar ainda mais incrível.

Antes de dar os primeiros passos e se ver organizando a cozinha, é essencial entender por que isso é tão importante. Você terá uma motivação extra para realizar a tarefa e poderá aproveitar os ótimos efeitos. A seguir, veja alguns motivos para executar essa organização:

1.1 Higiene

Já que esse cômodo é o local onde todas as refeições são preparadas, faz sentido que ele tenha que ser bem limpo. Isso garante receitas seguras e saborosas, livres de quaisquer problemas ou contaminações.

A bancada, por exemplo, tem que ficar organizada para que não acumule microrganismos e sujeiras. Na hora de trabalhar uma massa de torta, a família não corre nenhum risco.

Isso também significa manter o fogão e a geladeira sempre limpos, bem como o chão, os armários e outros pontos. No final, é algo que garante uma experiência melhor e mais segura.

1.2 Estética

Também não dá para negar que o processo tem a ver com a estética. Até porque, é normal se sentir bem vendo algo arrumado, então essa é uma parte do processo. E com uma boa organização dá para garantir que todo o espaço fique visualmente agradável.

Além de tudo, a questão estética tem a ver com a decoração do lar. Não adianta planejar um estilo para a cozinha e deixá-la desorganizada. No final, o cuidado com a arrumação de todo o espaço faz com que as escolhas decorativas se destaquem e ganhem força.

1.3 Praticidade

O processo de organização da cozinha torna tudo mais prático. É um ótimo jeito de sempre achar aquilo que deseja, o que ajuda na hora de executar tarefas, como preparar o almoço ou o jantar.

Também é algo essencial para garantir maior eficiência e diminuir o tempo necessário para manter a organização. Ou seja, ao arrumar o cômodo, você consegue utilizá-lo da melhor maneira. Com o uso facilitado, o espaço se torna interessante para o cotidiano da família.

1.4 Conforto

Na hora em que estiver organizando a cozinha, vale saber que esse é um processo essencial para o conforto. Ao executar essa atividade da melhor maneira, o lugar pode ser usado de uma forma conveniente para a família e para as principais necessidades.

Com tudo no local e com a grande praticidade envolvida, o ambiente se torna especialmente confortável. Isso é importante para o dia a dia, principalmente porque garante um espaço ainda melhor e mais preparado para atender às diversas exigências.

2. Os benefícios de uma cozinha organizada

Até aqui, você já viu quais são os pilares impactados pela organização desse ponto da casa. Agora, vale a pena entender que esse é um processo muito benéfico para o uso doméstico.

Mais do que conseguir uma casa perfumada, é um jeito de mudar a forma como todos se relacionam com o espaço. Na sequência, veja quais são as maiores vantagens ligadas a esse processo de arrumação:

2.1 Valorização e aproveitamento do local

Atualmente, é natural encontrar imóveis compactos e com disposições específicas. Especialmente nos grandes centros, onde o espaço é limitado, é comum que os lares tenham tamanhos reduzidos. Diante dessa tendência, o local onde estão o fogão e as panelas frequentemente tem dimensões menores também.

Quando você estiver organizando a cozinha, por outro lado, perceberá que é possível explorar ao máximo o cômodo. Com cada coisa em seu lugar e do jeito certo, fica muito mais fácil aproveitar cada cantinho, mesmo que as dimensões sejam menores.

Além de tudo, é uma forma de valorizar o ambiente. A decoração recebe destaque extra e o visual do local fica muito mais agradável e harmônico.

2.2 Facilidade para encontrar utensílios

Outro ponto importante da arrumação é que cada item ganha o seu lugar. Afinal, a organização exige planejamento e o uso de soluções específicas. Na hora de explorar o espaço disponível, fica muito fácil saber onde se encontra aquele utensílio do qual você precisa ou onde está a panela perfeita para aquela preparação.

Esse é um grande benefício porque simplifica todo o processo. Cozinhar fica descomplicado e você não tem que se preocupar em não achar aquela faca no momento em que mais precisa. Inclusive, é algo que permite que todos participem da cozinha e da criação dos pratos.

2.3 Diminuição do tempo de preparo

Essa facilidade em encontrar os elementos também é essencial para ajudar a economizar tempo. Imagine abrir o armário para procurar um pote e não encontrá-lo. Mais que isso: ao abrir a porta, você precisa equilibrar diversos utensílios que estão prestes a cair. A receita, que levaria 15 minutos, tem o tempo multiplicado, já que na maior parte do período você teve que fazer uma organização de emergência.

Portanto, cuidar da arrumação também é essencial para diminuir o tempo que é gasto com a preparação das diversas receitas. Isso oferece um período maior para passar com a família, bem como para aproveitar aquele jantar delicioso com os amigos.

2.4 Prevenção de desperdícios

Deixar tudo desorganizado é a receita para perder visibilidade. É o que acontece ao montar a cozinha após o casamento e não dar atenção a certos presentes. Quando você vai ver, comprou um pote que já estava guardado lá no fundo — e desperdiçou dinheiro.

Além de tudo, não arrumar o espaço aumenta os riscos de comida sendo jogada no lixo. Uma despensa sempre bagunçada, por exemplo, dá origem a alimentos vencidos e que têm que ser descartados.

Já com um bom processo de organização, fica mais fácil economizar tempo, dinheiro, alimentos e itens. Ao ter visão sobre tudo o que está disponível no cômodo, é viável aproveitar todo o potencial sem desperdiçar nada.

3. Como organizar a cozinha

Depois de descobrir por que a etapa é importante, é o momento de saber como realizar a arrumação do espaço. Organizando a cozinha do jeito certo, você poderá aproveitar ao máximo todo o potencial.

Por mais que o processo pareça difícil, basta aplicar as técnicas certas para obter os melhores resultados. Veja algumas dicas imprescindíveis:

3.1 Adote um método de organização

Como dito, é essencial que a organização siga uma proposta. Usar técnicas específicas garante um tempo menor para chegar a bons resultados, já que simplifica toda a etapa. Então, você pode criar seu próprio método ou usar um que já existe.

Se quiser inventar quando estiver organizando a cozinha, pense no que deseja arrumar primeiro e como será o processo. Crie um padrão, como deixar certos potes em uma área específica do armário ou colocar todos os eletroportáteis em uma bancada.

Já se estiver à procura de um que já existe, há muitos gurus de organização do espaço. Marie Kondo é uma das mais famosas, por causa de seu método KonMari. Entre outras coisas, ela fala sobre manter apenas o que é útil e centralizar todos os objetos semelhantes. Em vez de deixar panelas espalhadas por vários armários, por exemplo, o melhor é concentrá-las em um só local.

Assim como ela, há outros profissionais com dicas que podem ser aplicadas no seu lar, dependendo das suas necessidades e interesses.

3.2 Faça uma limpeza profunda

Planejou como deve ser feita a organização? Ótimo! Agora é a hora de começar a limpeza para garantir os melhores resultados. Tire tudo dos armários, da geladeira e de outros espaços de armazenamento, como a cristaleira de vidro.

Faça uma limpeza total nas prateleiras, caixas, gavetas e assim por diante. Se os itens estiverem guardados há um longo período, vale a pena limpá-los completamente para tirar a poeira e outras impurezas. A ideia é preparar todos os locais para receber os objetos que serão armazenados de acordo com a proposta de organização.

3.3 Elimine itens que não são mais utilizados

Após a limpeza pesada, é hora de começar a se livrar dos excessos. Fica muito fácil organizar a cozinha se você tiver por perto somente aquilo de que vai precisar. Então, elimine o que não serve.

Alimentos com a validade vencida ou que não estiverem bons para o consumo devem seguir para a lixeira. O mesmo vale para utensílios quebrados ou que já não cumprem a sua função.

Talvez aquele eletrodoméstico que você ganhou na lista de casamento já não seja mais útil, como acontece com quem compra um melhor, por exemplo. É hora de se livrar dele — doando ou jogando fora.

3.4 Organize os acessórios

Em seguida, comece a arrumar os acessórios e tudo o que estiver ligado à cozinha. É o caso dos talheres. Antes de colocá-los na gaveta, tenha uma cestinha ou separador, pois isso facilita na hora de retirar.

Quanto aos aparelhos de jantar, deixe à mão os que forem usados com maior frequência. Os especiais podem ficar em prateleiras mais distantes, o que libera espaço para elementos do cotidiano.

As panelas devem estar todas no mesmo armário e as tampas têm que estar igualmente organizadas. Ao agir dessa forma, torna-se simples achar os elementos quando mais precisar.

3.5 Pendure os itens mais utilizados

Para facilitar o seu cotidiano, é muito interessante deixar pendurados os acessórios que forem utilizados com maior frequência. O avental, por exemplo, deve estar sempre à mão, bem como a luva de proteção para o forno. Na hora de tirar aquele assado, você não terá que procurar por todo o espaço.

Também vale a pena pendurar conjuntos de utensílios, tábua de corte e até aquelas panelas que são sempre úteis no cotidiano. Aproveite espaços pouco explorados, como a lateral da bancada da pia, para “instalar” penduradores especiais.

4. Os itens essenciais para a organização da cozinha

Na hora de realizar esse processo de arrumação, é indispensável contar com alguns objetos. Eles permitem executar as atividades da melhor maneira e deixarão a sua cozinha ainda mais bonita e prática.

Conhecer o que é essencial de verdade é determinante para fazer boas escolhas e adquirir os elementos ideais para as suas necessidades. Veja o que não deve faltar e prepare-se para equipar o seu cômodo:

4.1 Armários

Os armários são mais que objetos de armazenamento. Eles são ótimos recursos de apoio e servem para garantir que o espaço tenha a melhor disposição de itens. Sem eles, é muito difícil obter a organização desejada.

Dentro dos armários, é possível dispor pratos, copos, panelas, potes e outros utensílios. O ideal é que eles sejam divididos em prateleiras e, se for viável, que tenham gavetas. Podem ficar abaixo da pia ou bancada e também na parte de cima, dentro de uma proposta de verticalização.

Apenas lembre-se de que quanto mais espaço de armazenamento houver, maiores serão as chances de bagunça. Portanto, fique de olho e faça um bom planejamento.

4.2 Lixeiras

A organização da cozinha também tem a ver com limpeza e higiene, certo? Então, é fundamental contar com os elementos certos para descartar embalagens e partes que não serão aproveitadas dos alimentos.

As lixeiras cumprem essa função e devem contar com o espaço necessário. Cozinhas muito movimentadas precisam de lixeiras maiores, justamente para que a tarefa de tirar o lixo não atrapalhe a preparação. Também é essencial que sejam duráveis e possam ser limpas sem dificuldade, assim o ambiente fica sempre limpo.

4.3 Potes

Os potes são grandes auxiliares da organização da cozinha. Eles ajudam a guardar alimentos já preparados, bem como legumes e verduras lavadas. Ao armazenar os itens de geladeira corretamente, você garante a limpeza do eletrodoméstico.

Eles também servem para quem deseja ter uma despensa mais organizada. O truque é optar por potes transparentes e de vários tamanhos. Etiquetá-los fortalece a arrumação e permite que você veja tudo o que está disponível.

4.4 Organizadores

Por falar em arrumação, vale a pena lançar mão de objetos organizadores. Cestas de todos os tamanhos ajudam a armazenar vários itens de uma maneira prática, principalmente nas gavetas.

Separadores de talheres deixam o faqueiro organizado, enquanto os cepos evitam que as facas especiais fiquem espalhadas. Pense em todos os elementos que tornam tudo mais fácil e com boa disposição.

4.5 Suportes

Quando estiver organizando a cozinha, você notará que precisa de alguns suportes especiais para certas atividades.

O suporte de pia ajuda a manter tudo no lugar, enquanto os escorredores são ideais para o momento de lavar louça. Os suspensos, como aqueles com ganchos, auxiliam a pendurar itens, os quais incluem desde o avental ao papel-toalha. Vale usá-los com sabedoria para melhorar a disposição, mas sem comprometer a decoração.

4.6 Fruteiras

As fruteiras evitam que os alimentos fiquem espalhados e até ajuda a compor o visual da mesa ou de um armário.

Elas aparecem em várias versões, como de cristal ou porcelana, bem como das transparentes às coloridas. A dica é escolher uma com o tamanho adequado para o local que ocupará, de modo a potencializar o uso.

5. Onde comprar esses elementos

Já que é fundamental ter esses itens em casa, é a hora de saber onde comprá-los. Uma loja especializada é a melhor alternativa, pois essa escolha oferece a certeza de que todos os itens realmente serão úteis no seu cotidiano.

Mas entre tantas opções, como escolher aquele estabelecimento que disponibiliza aquilo que você procura? A seguir, conheça a resposta.

5.1 Confira a variedade

Para tornar tudo mais prático, nada melhor que poder fazer todas as compras em um só lugar, certo? Assim, você não tem que fazer várias buscas e consegue chegar ao resultado tão desejado.

Para ter sucesso nesse sentido, veja qual é a variedade de itens à venda. Desse modo, você tem a certeza que poderá adquirir tudo aquilo de que precisa para dar início a uma organização completa.

5.2 Analise as marcas

A qualidade dos itens é determinante. Poder contar com objetos que são duráveis e que cumprem a sua função faz com que toda a execução seja mais fácil.

Então, ao considerar a loja, não deixe de avaliar as marcas. Veja se elas são conhecidas pela qualidade e se oferecem produtos que se destacam. Esse processo ajuda a garantir maior nível de satisfação, pois você pode escolher aquelas que conhece.

A variedade de marcas é mais uma questão importante, já que consegue adquirir o que for conveniente para as suas necessidades.

5.3 Pense no modo de compra

Além de tudo, é essencial ficar de olho em como acontece a compra. Diante de um cotidiano cada vez mais atribulado, a praticidade é uma palavra de ordem. Poder escolher, pagar e adquirir pela internet ou pelo telefone é muito conveniente. Então, opte por uma boa loja com essas modalidades.

Ao mesmo tempo, não se esqueça da segurança. Veja se a marca é reconhecida, se há boas indicações de outros compradores e se existe total segurança na etapa.

6. Cuidados para manter a cozinha organizada

A organização da cozinha não é um momento único. Ela envolve todo um processo que precisa ser seguido e repetido, de modo a obter os melhores resultados de forma consistente. Assim, a sua casa se mantém sempre bonita e o cômodo permanece do jeitinho que você deseja.

Para conseguir garantir a ordem e deixar tudo em dia, você verá algumas dicas essenciais. Continue a leitura e saiba como fazer os seus esforços durarem.

6.1 Não deixe que sujeira ou bagunça se acumulem

A regra número um para manter o sucesso da arrumação é sempre evitar o acúmulo de elementos para limpar. Bagunçar tudo para ter que arrumar depois é muito improdutivo, então o ideal é tentar manter cada coisa em seu lugar.

Evite deixar louça suja de um dia para o outro ou de recorrer aos armários para esconder a bagunça. Quando estiver cozinhando, lave e organize os bowls e panelas conforme forem usados. Isso tudo faz a diferença para manter o ambiente mais sempre prático e conveniente.

6.2 Tenha atenção com as áreas críticas

A coifa é um excelente componente, já que ajuda a evitar que a gordura se espalhe por outros pontos da casa. No entanto, não adianta deixá-la em funcionamento e nunca fazer manutenção. O ideal é limpá-la sempre após o uso — mesmo que ela seja utilizada todos os dias.

Também é preciso tomar cuidado com respingos no fogão ou cooktop, bem como no forno. Essas são áreas críticas e que podem tornar a sua cozinha bagunçada em pouco tempo. Ao dar a atenção devida, a tarefa de cuidar do ambiente fica bem mais simples.

6.3 Faça as adaptações necessárias

Não é porque você gastou alguns dias organizando a cozinha que o resultado tem que ser mantido durante um longo período. Às vezes, a quantidade de panelas aumenta ou o número de potes necessários se torna menor. Nesses casos, é normal ter que pensar em uma nova disposição de elementos.

Portanto, a dica é sempre avaliar as suas exigências e como anda o seu cotidiano. Se ao longo do uso do espaço for preciso pendurar um suporte em outro local, ou se for necessário mudar o lugar de certos armários, não hesite em fazê-lo. Quanto mais adequado for o cômodo para o seu dia a dia, maiores são as chances de mantê-lo limpo.

Com essas dicas, você terá menos dificuldade na hora em que estiver organizando a cozinha. No final, é possível ter um espaço funcional, bonito e conveniente, o que torna o cômodo ainda mais importante para toda a família!

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macarrão instantâneo exemplo de comfort food

Comfort food: entenda o que é e quais os seus benefícios

Não há dúvidas de que comer é um dos grandes prazeres da vida. Mas você já parou para pensar que alguns pratos oferecem um aconchego ainda mais especial? É sobre isso o conceito de comfort food.

Na correria do dia a dia, é comum recorrermos a alimentos industrializados e até mesmo aos fast-foods para matar a fome ou fazer um jantar especial. Mas nada se compara àquele cheirinho de torta caseira invadindo a casa ou mesmo de um café preparado com muito carinho em um fim de tarde.

Ficou interessado em entender um pouco mais sobre o conceito de comfort food e quais benefícios esse estilo de alimentação pode oferecer para a sua vida? Então, continue a leitura!

O que é comfort food?

Como o próprio nome sugere, comfort food (ou “comida de conforto”) é aquele alimento capaz de trazer alívio emocional e sensação de prazer. Geralmente, os pratos que nos transmitem essas sensações são aqueles relacionados à infância ou a momentos significativos da nossa vida.

É por isso que, nas horas de dificuldade ou melancolia, sempre surge lá no fundo aquela vontade de tomar a sopinha da vovó, de comer a macarronada da infância ou mesmo de saborear uma fruta fresca apanhada diretamente do pé.

Ou seja, comfort food é aquele alimento que tem o poder de nos abraçar e nos transportar para um lugar de cuidado e segurança.

Como surgiu o conceito?

Apesar de sempre as pessoas terem recorrido aos alimentos em busca de conforto, o conceito de comfort food só começou a ser empregado na mídia e por pesquisadores nos últimos anos.

Na contramão de uma sociedade cada vez mais sem tempo para desfrutar as refeições, vem ganhando força a tendência de cozinhar em casa na companhia dos familiares, de preferência com ingredientes cuidadosamente selecionados.

O benefício da prática é o fortalecimento de vínculos com aqueles que nos rodeiam, a valorização dos antepassados por meio de receitas tradicionais de família e, claro, o prazer de aproveitar o delicioso sabor que só a comida caseira tem.

Além disso, no conceito de comfort food, os alimentos também devem ser saboreados devagar e sem distrações, o que contribui para a nossa saúde física e mental.

Quais pratos são considerados comfort food?

A definição de quais pratos são capazes de oferecer mais conforto é muito pessoal. Isso porque a ideia de comfort food está diretamente relacionada às experiências de cada indivíduo.

Quer um exemplo? Na premiada animação Ratatouille, em que o ratinho Remy sonha em se tornar um chef de cozinha, somos apresentados ao personagem Ego: um renomado crítico gastronômico que quase nenhum restaurante consegue agradar.

No entanto, em determinado momento da trama, o sofisticado crítico se rende ao sabor de uma simples sopa de legumes, justamente por, logo na primeira colherada, ter sido transportado para um feliz período da sua infância. É exatamente essa a ideia de comfort food.

Desde muito cedo, somos apresentados a alimentos de diferentes sabores por aqueles que nos rodeiam. Ou seja, por mais que nossos hábitos alimentares possam mudar completamente ao longo da vida, sempre haverá a memória das refeições compartilhadas na infância.

Quais são as principais receitas?

Apesar do caráter individual da comfort food, existem alguns pratos que estão no imaginário e na memória de grande parte dos brasileiros.

Confira a seguir algumas receitas simples e deliciosas que certamente levarão você a algum lugar gostoso do passado!

Sopa de legumes

Em dias frios, nada melhor do que uma sopinha de legumes caseira para trazer muito conforto, não é mesmo? E a receita é muito fácil de preparar.

Escolha legumes variados e pique todos em cubos pequenos. Você pode usar cenoura, batata, vagem, chuchu, entre outros. Em um fio de azeite, refogue alho e cebola picadinha. Em seguida, adicione os legumes picados, cubra com água fervente e adicione uma pitada de sal. Mantenha o fogo médio e deixe a tampa semiaberta.

Após 30 minutos, confira se todos os legumes estão cozidos, acerte o sal e finalize com pimenta do reino e salsinha picada.

Bolinho de chuva

Poucas receitas combinam tanto com um fim de tarde quanto a de bolinho de chuva. E é muito fácil preparar!

Misture em uma tigela 1 ovo, 1/2 xícara de leite, 1/2 xícara de açúcar, 1 xícara e 1/2 de farinha de trigo e 1 colher pequena de fermento em pó. Após a mistura ficar homogênea, é só pingar colheradas da massa no óleo quente.

Para finalizar, passe as bolinhas já fritas em açúcar refinado e canela.

Bolo de cenoura com cobertura de chocolate

Fazer um bolo de cenouras irresistível é muito mais fácil do que parece. Você vai precisar de 3 cenouras, 4 ovos, 1 xícara de óleo, 1 xícara e 1/2 de açúcar, 2 xícaras de farinha de trigo, 1 colher pequena de fermento em pó e uma pitada de sal.

Coloque no liquidificador as cenouras descascadas e picadas e o restante dos ingredientes (com exceção da farinha e do fermento). Após bater bem, transfira a massa para uma tigela e vá incorporando a farinha aos poucos. Por último, adicione o fermento.

Leve a massa ao forno preaquecido à temperatura média. Para isso, utilize uma forma enfarinhada e untada com manteiga. Em cerca de 50 minutos, estará pronto! Para conferir, espete a massa com um garfo, que deve sair limpo.

Agora é a cobertura! Em uma panela pequena, misture 1/2 xícara de chocolate em pó, 1/3 de xícara de açúcar, 1 colher de manteiga e 1/3 de xícara de água.

Leve ao fogo médio e mexa por 4 minutos. Quando a calda engrossar, estará pronta! Aí é só jogar por cima do bolo já frio e desenformado.

Como você viu, mesmo em uma sociedade tão agitada e ocupada, é possível recorrer a alguns pratos de comfort food e deixar as refeições em família muito mais saborosas e cheias de significado. Então, está esperando o que para ir para a cozinha e preparar alguma receita ao lado da família?

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um dos tipos de assadeiras que podemos usar

Guia completo dos tipos de assadeira para não errar mais

Na hora de colocar a mão na massa, é preciso mais que seguir a receita. É essencial poder contar com os equipamentos e acessórios certos, já que eles estão envolvidos no preparo. Entre os itens de destaque, estão os diversos tipos de assadeiras.

Responsáveis pelos pratos que vão ao forno, os utensílios aparecem em vários estilos. Nem sempre é fácil identificar o ideal para cada exigência, mas há como descomplicar essa etapa. Ao conhecer as qualidades das alternativas, é possível preparar de receitas fitness às sobremesas saborosas.

Confira, neste guia, tudo o que é importante sobre as assadeiras e entenda como escolher as melhores!

A forma importa para fazer a receita?

Um dos principais motivos para fazer uma compra adequada é o efeito que esse acessório tem nas receitas. Basta selecionar o produto errado para que montar a mesa de jantar se torne muito difícil. Afinal, sem a receita pronta, você vai ter que pensar em um plano alternativo.

Para não correr esse risco, o ideal é usar a versão adequada para cada tipo de preparação. A seguir, entenda quais são os impactos e veja por que a sua decisão é crucial.

Ajuda no cozimento

A principal função de uma assadeira é garantir uma boa distribuição do calor que existe no forno. Dependendo do material, do tamanho e até do formato, a temperatura fica alta ou baixa em certos pontos. Enquanto algumas receitas precisam ficar bem espalhadas em camadas finas, outras exigem um aspecto especial.

Essa questão do calor também tem tudo a ver com atingir o resultado ideal. Então, a escolha é determinante para que o cozimento saia exatamente como o esperado. Assim, você não tem que lidar com pratos crus, queimados ou fora do ponto.

Favorece a estruturação

Muitas receitas precisam de uma estrutura específica. As que são montadas em várias camadas, por exemplo, exigem assadeiras altas e capazes de “abraçar” a preparação. Já uma opção delicada, provavelmente, exigirá utensílios menores, para não ter que ficar tanto tempo no forno.

Se escolher o tamanho incorreto, não dá para deixar a receita com a cara desejada. Para evitar problemas nesse sentido e conquistar uma bela preparação na mesa de jantar, essa decisão é determinante.

Facilita a retirada

Alguns modelos de assadeira trazem elementos extras para depois que saem do forno. É o caso dos que têm grelhas suspensas, fundos removíveis, alças especiais e assim por diante.

São características essenciais para conseguir retirar a receita e servi-la do jeito certo. Principalmente, esses aspectos ajudam a manter a estrutura da preparação e, é claro, deixam tudo mais bonito. No final, você só precisará se preocupar em escolher se vai usar jogo americano ou toalha de mesa.

Altera o formato

Com os pontos anteriores, você já garante que a receita vai dar certo e cozinhar conforme o esperado, mas também é importante conseguir aquele visual que planejou com todo o cuidado, não é mesmo?

Entre os tipos de assadeiras, encontram-se peças com todos os formatos. Como consequência, é possível criar receitas em diferentes formas. A escolha, portanto, deve levar isso em conta para que, no final, tenha o resultado tão desejado.

Quais são os tipos de assadeiras?

Ao falar nos produtos variados, vale a pena considerar os materiais com os quais são feitos. Eles ajudam a garantir bons resultados no calor e também permitem que você atinja os seus objetivos na cozinha.

A seguir, veja quais são os principais tipos de assadeiras de acordo com os materiais e tire as suas dúvidas!

Alumínio

O alumínio é um metal leve, mas bastante resistente. É muito usado na cozinha, como em panelas, colheres e, também, nas assadeiras.

Ele esquenta rapidamente, então é perfeito para gratinar pratos ou mesmo para dar aquela casquinha crocante com recheio macio. Normalmente, as assadeiras desse tipo são usadas com receitas que se adaptam à variação de calor e que, por isso, não queimam.

Material antiaderente

O revestimento antiaderente é muito famoso por sua cor grafite e por evitar que os alimentos grudem em sua superfície. Fácil de trabalhar, não poderia ficar de fora dos principais tipos de assadeiras.

É ideal para receitas delicadas e com ingredientes que devem desgrudar facilmente. Também é uma ótima escolha para preparar pratos saudáveis, já que não exige o uso de tanto óleo, manteiga ou azeite.

Vidro

Clássicas, as assadeiras de vidro são muito resistentes. O material transparente recebe um tratamento especial e, com isso, consegue lidar melhor com as altas temperaturas do forno. As de qualidade suportam, inclusive, choques térmicos ou grandes variações de temperatura.

Por causa da estrutura do material, há uma distribuição uniforme do calor. A temperatura também é retida por mais tempo, então o ideal é investir em preparações que sejam menos delicadas.

Cerâmica

A cerâmica, como a porcelana, é famosa por ser um ótimo isolante térmico. Isso significa que ela demora a absorver calor, mas, depois que fica quente, não o perde facilmente. Na hora de assar, essas são propriedades importantes.

As assadeiras de cerâmica são ideais para pratos elaborados e estruturados. Como distribuem o calor de forma homogênea e gradual, tudo cozinha por igual. Já que permanece quente mesmo após sair do forno, ainda ajuda a garantir uma receita quentinha e pronta para ser saboreada.

Silicone

Quem busca máxima praticidade deve investir nas assadeiras de silicone. Elas são muito maleáveis, mas não se engane: são resistentes e aguentam desde pequenas sobremesas até pratos complexos.

A grande vantagem é que é muito fácil tirar os alimentos, já que eles não grudam. Também é possível dar formas diferentes e garantir o acabamento perfeito. Só tome cuidado para não colocá-las diretamente em contato com a grelha do forno, pois isso faz com que elas derretam.

Quais são os formatos de assadeiras?

Depois de conhecer os tipos de assadeiras de acordo com os materiais, chegou a hora de considerar os formatos. As diferenças não são apenas estéticas e se relacionam com o processo de cocção. Afinal, com qualidades diferentes, é possível criar “barreiras” para o calor, favorecer a temperatura em certos pontos e assim por diante.

Na sequência, descubra quais são os formatos disponíveis e entenda as características específicas de cada um.

Redonda

A assadeira redonda é um verdadeiro clássico. Ela aparece em vários tamanhos e ajuda a equilibrar a distribuição do calor em todos os pontos. Também é ideal para dar origem a fatias iguais.

A versão com laterais altas é a mais comum, mas há algumas alternativas menores. Uma forma para pizza, por exemplo, normalmente é bem baixinha, para garantir um bom cozimento.

Retangular

As formas retangulares estão entre as mais famosas. Elas oferecem bastante área para comportar os ingredientes e ajudam na distribuição de calor.

Há versões com “paredes” altas ou baixas, de acordo com a necessidade. Também é possível encontrar diversos tipos de assadeiras retangulares com grill. Já as finas, como do tipo folha, são ideais para o cozimento rápido.

Com furo no meio

Outra opção muito comum entre os tipos de assadeiras é a que apresenta um furo no meio. Normalmente, ela é redonda e conta com a estrutura bem no centro, onde não vai nenhum tipo de massa ou ingrediente.

É ideal para preparações mais leves e aeradas, pois auxilia a garantir estrutura ao desenformar. Também é uma boa opção porque faz com que o calor chegue até o centro, o que leva ao cozimento completo.

Com fundo removível

Como você viu, às vezes é preciso ter uma ajudinha extra para que o visual não seja prejudicado, certo? As formas de fundo removível são essenciais para quem deseja ter pratos que vão à mesa com diferentes tipos de cristais e outros itens e que não fazem feio.

Há aquelas apenas com o fundo móvel e, também, as de aro removível. No segundo caso, basta “acionar” uma trava para a forma se abrir e o prato estar estruturado. Para quem pretende levar do forno à mesa, é uma ótima escolha.

Canelada

Já as assadeiras caneladas são conhecidas por ter laterais “enrugadas”. Isso dá origem a preparações bem crocantes nos lados e com um sabor especial.

Em geral, elas são redondas e podem ter o fundo falso, quando feitas de metal. Os ramequins, fabricados com cerâmica, normalmente seguem essa proposta. É uma opção mais específica que as outras, mas que é igualmente importante para a sua cozinha!

Quais são os tamanhos de assadeira?

Para completar a classificação, há a divisão de acordo com o tamanho do utensílio que vai ao forno. No caso das redondas, isso é verificado pelo diâmetro. Para as retangulares, há medidas do comprimento e da largura. Quanto maiores forem os números, maior é a capacidade de servir.

Além disso, todas variam na altura das laterais. Assadeiras mais baixas são indicadas para preparações rápidas. Na sequência, veja quais são as principais opções disponíveis.

Pequeno

As formas pequenas são ideais para acompanhamentos ou pratos para apenas uma ou duas pessoas. No caso dos ramequins, especificamente, ainda é possível pensar em preparações individuais.

O tamanho depende do formato e, normalmente, as redondas não passam de 20 centímetros. Para as retangulares, uma forma pequena é a que mede até 30 centímetros — então, fique de olho.

Médio

A versão média é a preferida de muita gente. Tem o tamanho ideal para caber na maioria dos fornos, oferece bons resultados para boa parte das preparações e ainda garante praticidade.

Como são tão populares, esses produtos estão entre os tipos de assadeiras indispensáveis na sua casa. A forma redonda média tem de 22 a 26 centímetros, enquanto a retangular mede cerca de 35 centímetros.

Grande

Para preparações robustas, as assadeiras grandes são a melhor pedida. Elas também são indicadas para receitas que exigem muito contato com o calor e camadas bem finas, pois permitem uma distribuição melhor.

Assim como é preciso ter cuidado ao escolher os tipos de cooktop de acordo com o tamanho, essa compra também exige atenção. Veja se as assadeiras cabem no forno de forma confortável e segura. As redondas têm 30 centímetros, enquanto as retangulares passam de 40 centímetros.

Como escolher o tipo de assadeira?

Conhecer os diversos modelos disponíveis é o passo mais importante para fazer boas compras. Ao identificar as características do utensílio, é fácil entender como cada um se encaixa na sua cozinha, certo?

Ao mesmo tempo, você já notou que não faltam opções na hora da compra. Portanto, nada melhor que saber qual é a solução ideal para cada momento. A seguir, veja como escolher entre os tipos de assadeiras e tire as suas dúvidas!

Pense sobre quais são os pratos que mais faz

Não adianta sair por aí comprando todas as assadeiras que encontrar pela frente, pois elas não serão úteis se ficarem jogadas no armário. Então, é preciso avaliar, com cuidado, quais são as suas maiores exigências.

Pense nos pratos que mais cozinha ou mesmo nos que tem vontade de experimentar. Se quiser ser saudável, uma opção com grill é uma escolha ideal para se livrar da gordura. Já se a ideia for preparar várias sobremesas, as redondas e as com furo no centro estão entre as principais.

Confira as indicações das receitas

Para não ter dúvidas, o melhor é verificar o que as suas receitas favoritas recomendam. Pode parecer bobagem, mas a indicação sobre o tamanho e o formato é essencial para chegar ao resultado desejado.

Separe as suas receitas favoritas e veja quais são as solicitações mais frequentes. Anote tudo e se baseie nessas referências para fazer as compras. Na hora de preparar os pratos, você terá os utensílios necessários.

Fique de olho no material

Também é importante pensar em qual é o material recomendado para as suas exigências e preparações. Quando o objetivo é reduzir a gordura e facilitar a limpeza, as antiaderentes e as de silicone são as melhores escolhas. Já se quiser um cozimento lento, as de cerâmica são uma boa pedida.

Avalie, ainda, a sua capacidade de armazenamento. Veja se existe espaço na sua cozinha para cuidar de itens de vidro ou porcelana, de modo a evitar que o seu investimento se transforme em cacos.

Monte um conjunto com peças básicas

Depois de considerar todos esses aspectos, faça uma lista com as peças que pretende comprar. O ideal é adquirir um kit com os tipos de assadeiras que realmente fazem sentido para as suas necessidades. Para algumas pessoas, a canelada não faz diferença, enquanto outras quase não usam as de fundo removível.

Se não quiser errar, o melhor é ficar com versões médias e de materiais versáteis, como o alumínio, o vidro e o revestimento antiaderente. Ao longo do uso, notará se é necessário adquirir outros tamanhos, formatos e materiais. Desse jeito, você garante o melhor investimento para a sua cozinha.

Quais receitas fazer em cada assadeira?

Por causa das características de cada item, certas receitas combinam melhor com alguns tipos de assadeiras. Dependendo do tamanho, do material e do formato, uma preparação ficará mais saborosa ao ser realizada em um utensílio específico.

Para garantir que os pratos do cotidiano tenham sabor e uma ótima aparência, veja algumas receitas para realizar em cada uma.

Proteínas grelhadas

Opções de carne vermelha, frango, peixes e outras proteínas ficam mais saudáveis quando vão ao forno. Para retirar a gordura com facilidade e ainda garantir um ótimo sabor, é possível recorrer às assadeiras com grill. O suporte de grade suspende o ingrediente, auxilia a deixá-lo grelhado, e a parte debaixo coleta a gordura. Na hora de elaborar um salmão grelhado ou um peito de pato, o acessório será de grande ajuda.

Dependendo da preparação, a versão de porcelana também é uma pedida adequada. Um arroz de forno com frango desfiado, por exemplo, cozinha — e gratina — melhor com esse item.

Vegetais assados

É igualmente recomendado recorrer aos diferentes acessórios para deixar os legumes e as hortaliças ainda mais gostosos. Uma versão de vidro com laterais altas é perfeita para montar uma lasanha vegana e repleta de sabor. Já uma de porcelana é a recomendada para quem deseja fazer um ratatouille cheio de cor e temperos.

As assadeiras rasas, por sua vez, ajudam a criar snacks saudáveis. Os legumes fatiados ficam crocantes com alguns minutos de forno e são ótimos para o período entre as refeições. Você pode fazer chips de batata-doce, petiscos de grão-de-bico e muito mais.

Massas gratinadas

Para quem não abre mão de uma boa massa, como um canelone ou um macarrão especial que vai ao forno, os tipos de assadeiras devem ser escolhidos corretamente. As cerâmicas ajudam a distribuir o calor por igual, o que garante um cozimento perfeito.

As de material antiaderente também são ideais para preparações com muito molho e para quando a ideia é conseguir aquele gratinado especial. Se quiser dar um toque diferente, aposte nas porções individuais, como com o ramequim ou com assadeiras pequenas.

Sobremesas diversas

Para completar, muitas sobremesas também vão ao forno. Bolos e brownies são apenas alguns exemplos — e aparecem, inclusive, na versão fit. A forma de alumínio é a ideal para essas receitas, pois a massa se adapta bem às alterações de temperatura.

Já um pudim precisa de uma com furo no centro para cozinhar da melhor maneira. Ela pode, inclusive, ser usada fora do forno. Na hora de criar preparações geladas, essa alternativa dá o formato certo, assim como as de vidro.

As de silicone também se destacam, principalmente na hora de fazer cupcakes e muffins. Enquanto isso, a rasa é ideal para rocamboles e cookies. Então, cada delícia doce exige um cuidado especial nesse sentido.

Onde comprar os tipos de assadeiras?

Para aproveitar todo o potencial desses utensílios de cozinha, é fundamental fazer boas compras. Da mesma forma que você se preocupa com as panelas, com o aparelho de jantar ou com as taças de espumante, os elementos que vão ao forno precisam de atenção especial.

Depois de decidir quais serão os modelos, é hora de escolher a loja com cuidado. Isso garantirá a qualidade do seu pedido e fará com que a sua cozinha seja equipada do jeito certo. A seguir, tire as suas dúvidas e saiba onde comprar.

Conheça os tipos de assadeiras oferecidos

Imagine ter que avaliar uma, duas ou várias lojas, apenas para adquirir uma assadeira em cada lugar. O processo vai consumir muito tempo, e ainda há o risco de sair bem mais caro, não é? Em vez disso, o melhor é concentrar os pedidos em uma loja.

Então, o primeiro passo é verificar quais são os tipos de assadeiras disponíveis para a venda. Veja se há várias marcas, tamanhos e modelos, de acordo com as suas expectativas.

Sabe aquela lista com o kit que elaborou? Confira se a loja oferece todos os itens — ou, ao menos, a maioria deles. Assim, tudo fica bem mais simples.

Analise se as marcas são de qualidade

Em seguida, é hora de conferir a qualidade dos produtos. Comprar assadeiras é um investimento para a sua cozinha, já que você precisará delas em diversos momentos. Nesse sentido, é recomendado ficar de olho nas marcas dos produtos vendidos.

Veja se as fabricantes são reconhecidas no mercado e se oferecem itens com durabilidade e que cumprem o que prometem. Quanto melhor for esse aspecto, mais fácil será usar as peças em seu cotidiano.

A La Ville reúne produtos das principais marcas, com uma seleção cuidadosa e repleta de qualidade. Assim, você tem a chance de fazer compras seguras e de obter os melhores efeitos.

Avalie a facilidade de concluir o pedido

Além de tudo, considere quão simples é realizar o pedido. Como a rotina é muito agitada, é comum não conseguir dedicar algumas horas para concluir as aquisições em uma loja física, certo?

Nesse caso, o melhor é investir na compra pela internet ou mesmo pelo telefone. Após alguns cliques, você consegue escolher o que deseja e pode fazer os pedidos sem nenhuma complicação.

Na La Ville, há toda a conveniência e a segurança que são necessárias a esse momento. Entre as diversas opções, fica fácil escolher os acessórios adequados e garantir que eles cheguem de maneira prática.

Os diferentes tipos de assadeiras contemplam vários usos, modelos e materiais. Ao conhecer as características dos principais, fica muito mais fácil escolher o que seguirá para a sua cozinha.

Para não ter erro na hora de comprar, confira o site da La Ville e realize os seus pedidos!

 

vários tipos de temperos

Veja quais são os tipos de temperos que não podem faltar na cozinha

Por mais simples que seja, qualquer refeição pode se tornar inesquecível. Basta conhecer bem os tipos de temperos existentes para conseguir incrementar até o seu arroz e feijão do dia a dia.

Ervas, condimentos, pimentas e especiarias são responsáveis por enriquecer os alimentos com incríveis aromas e sabores. Inclusive, mesmo os ingredientes mais caros e refinados podem ficar sem graça se os temperos não forem utilizados corretamente.

Então, quer conhecer alguns dos principais tipos de temperos que você não pode deixar de usar nas suas preparações? Continue esta leitura!

Orégano

O orégano é uma erva que pode ser usada tanto em sua forma fresca quanto seca (desidratada). Apesar de ser muito associado associadas às pizzas e massas, ele também vai bem em vários outros preparos, como batatas assadas, receitas com molhos brancos ou peito de frango.

No entanto, é preciso tomar um pouco de cuidado. Como o seu sabor é bem marcante, o orégano pode sobressair nas receitas se usado em excesso. Por isso, especialmente em pratos mais delicados, é indicado evitar o uso ou ter atenção à quantidade. É o caso das receitas com peixes e frutos do mar, por exemplo.

Alecrim

Por ser resistente a altas temperaturas, o alecrim é uma erva ideal para ir ao forno, podendo ser incluído em marinadas, carnes e batatas assadas. Seu aroma inconfundível vai bem com porco, coelho, cordeiro e peixe — no entanto, use-o com bastante cautela, pois seu sabor é enjoativo para algumas pessoas. Ele também pode ser encontrado nas versões fresca e desidratada.

Um outro uso muito interessante para o alecrim é a aromatização de vinagres e azeites, que ficam ideais para serem usados com diferentes finalidades. Quando for dourar um salmão na frigideira, por exemplo, experimente juntar um pouco de alecrim à manteiga. O sabor vai te surpreender!

Folha de louro

É impossível falar de louro e não se lembrar de feijoada, não é mesmo? Afinal, a iguaria brasileira simplesmente não é a mesma se essa folha tão conhecida não for incluída no caldeirão! Mas o que muita gente não sabe é que a folha de louro também vai muito bem com outros preparos com cozimento, como sopas, molhos e ensopados.

Lembre-se apenas de sempre remover as folhas de louro antes de servir o prato, já que sua textura não é a ideal para consumo. Apenas o aroma já é suficiente para realçar o melhor dos outros ingredientes.

Noz-moscada

A noz-moscada é uma especiaria oriunda da Índia e da Indonésia que caiu no gosto do ocidente. O motivo é que o seu sabor levemente adstringente é capaz de harmonizar de forma surpreendente tanto com pratos doces quanto salgados.

Um uso bem clássico da noz-moscada é no molho bechamel, em purês e em outras preparações com manteiga e leite. Mas também é possível usá-la em compotas de frutas e em tortas doces, que necessitem de muitas especiarias — como a pumpkin pie (ou torta de abóbora), muito consumida pelos norte-americanos no dia de Ação de Graças.

A noz-moscada pode ser adquirida em pó ou pode ser ralada na hora da execução da receita, o que é mais indicado. De toda forma, tenha atenção, porque apenas uma pitadinha é suficiente!

Manjericão

O manjericão é outro dos tipos de temperos que marca presença onde quer que seja usado. Um exemplo é a pizza margherita e o molho pesto.

Para incluí-lo em mais preparos, aposte em tomates assados, saladas, mussarela de búfala e alguns frutos do mar, como a lagosta. E, para potencializar ainda mais o sabor e não descaracterizar as propriedades dessa erva, a dica é rasgas suas folhas frescas, em vez de picá-las com a faca.

Alho e cebola

Essa dupla imbatível é o tempero campeão do Brasil. Seja na hora de fazer o arroz, seja para refogar o feijão ou para preparar qualquer outro prato em uma panela bem quente, não há melhor forma de iniciar do que dourando bem esses dois ingredientes! Só é preciso cuidado para não deixá-los queimar, pois isso pode deixar toda a receita com um sabor bem amargo.

Cebolinha

Que receita brasileira que não tem na sua lista de ingredientes o famoso cheiro verde? Pois esse ingrediente quase mágico nada mais é do que a união da salsinha com a famosa cebolinha, tão presente nas residências de todo o país.

A cebolinha picada é muito usada em omeletes, saladas, vinagrete, patês e mais uma infinidade de outras preparações. Por ser muito delicada, é ótima para ser usada em pratos frescos, crus e servidos frios. Já se a ideia for utilizá-la em um prato quente, o ideal é deixá-la pouco tempo no forno, ou mesmo incluí-lo apenas na hora da finalização. Assim, você consegue deixar o prato com um frescor muito especial, mesmo que a receita tenha uma quantidade maior de gordura.

Pimenta-do-reino

Ainda que no Brasil a pimenta-do-reino mais utilizada seja a preta, também é possível encontrar esse ingrediente nas versões verde, branca e vermelha. E a diferença entre elas, além do sabor, é o tempo de maturação e o modo de preparo até chegar à comercialização.

A versão preta é usada praticamente em todo tipo de preparo de carnes, aves, purês e vegetais, muito mais com o motivo de realçar as notas de sabores do que de oferecer picância. Já a pimenta-do-reino branca é mais indicada para peixes e frutos do mar.

O tipo verde é mais encontrado em conservas e chega ao consumidor de forma bem aromática, enquanto a pimenta-do-reino vermelha é colhida já na fase madura e, por isso, é bem difícil de ser encontrada.

Como você viu, conhecer os variados tipos de temperos é fundamental para inovar nas receitas e surpreender tanto a sua família quanto os convidados. Agora, para organizar tantas ervas e especiarias, nada é melhor do que fazer uso de um prático e charmoso porta-temperos! Assim, além de ter tudo de que precisa sempre à mão, você ainda decora a sua cozinha e mostra para todos o quanto é entendido do assunto!

Então, gostou deste conteúdo? Se quiser outras dicas para impressionar ainda mais na cozinha, conheça também os 5 melhores petiscos rápidos para convidados!

 

formas de decorar para otimizar espaço

Não perca 6 dicas de decoração para otimizar o espaço do apartamento

Ao procurar um apartamento nos dias de hoje, é comum se deparar com unidades menores, principalmente nas metrópoles. Isso se deve ao aumento da população e, para comportar o número de pessoas, os prédios são a melhor opção. Para superar essa questão, é fundamental otimizar espaço.

Contudo, na hora de explorar o tamanho limitado, logo surgem dúvidas de como otimizar espaço e ter conforto. Com alguns truques, é possível tirar máximo proveito do seu lar e dar a sensação de amplitude tão desejada.

Quer saber como aprimorar a área útil do seu apartamento? Então confira nossas 6 dicas de decoração!

1. Utilize espelhos

Além de dar um toque elegante, utilizar espelhos nos ambientes é uma ótima forma de deixar o espaço visualmente maior. Como a imagem do cômodo será duplicada, há a sensação de amplitude.

A dica é usar os espelhos com cautela e não exagerar. Posicione o item em lugares estratégicos, como atrás da mesa de jantar, por exemplo. Quanto maior for a iluminação, melhores são os efeitos.

2. Escolha móveis de tamanhos adequados

Para otimizar espaço, é essencial que as dimensões dos móveis estejam de acordo com o apartamento. Não adianta escolher um sofá de 3 lugares para receber amigos se a circulação da sala será comprometida.

Por isso, opte pelo tamanho adequado e, caso precise, lance mão das opções multiúso. As mesas dobráveis oferecem uma área para refeições, enquanto um sofá-cama recebe as visitas de maneira confortável.

Além da largura, é importante cuidar da altura dos móveis, de modo que o plano de visão do cômodo não tenha obstáculos. Isso deixa o ambiente amplo e permite a entrada de luz natural.

3. Explore a verticalização

A verticalização é uma tendência decorativa que combina com apartamentos pequenos. Nessa técnica, as paredes recebem estantes, prateleiras, suportes para bolsas, entre outros elementos. O que fica nessas áreas não ocupa espaço e agrega funcionalidade a casa.

Outra opção é usar móveis que possam ser fixados na parede, a fim de deixar o local abaixo deles livre. Um exemplo é o rack na sala de estar. A área liberada pode ser usada para guardar bancos ou puffs para acomodar os convidados.

4. Aposte nas cores claras

Em cômodos grandes, os tons escuros trazem aconchego e minimizam a sensação de vazio. Porém, em ambientes menores, elas evidenciam as dimensões.

Logo, apostar em cores claras deixa o espaço visualmente maior e iluminado. Mas não é obrigatório usar branco ou cinza em todos os elementos. A dica é apostar em uma nuance clara como base e tons vibrantes em detalhes, como objetos decorativos, almofadas e móveis.

5. Invista nos itens de armazenamento

Em apartamentos pequenos, o principal desafio é armazenar todos os pertences de maneira adequada. Como não dá para usar muitos armários, é imprescindível investir em soluções alternativas.

O primeiro passo é aproveitar os cantinhos que seriam deixados de fora do projeto e instalar móveis planejados e de canto. A verticalização também pode ajudar nesse ponto, posicionando armários pequenos nas paredes para guardar itens que não são usados com frequência, por exemplo.

Por último, invista em móveis com espaço de armazenamento, como camas no modelo box com gavetas ou baú.

6. Mantenha tudo organizado

De nada adianta escolher o tamanho adequado dos móveis, verticalizar a decoração e se atentar a cor dos cômodos se houver itens fora do lugar. A bagunça é um grande inimigo dos ambientes pequenos e compromete a otimização.

Por isso, siga o princípio: depois de usar um objeto, coloque-o de volta. Além de manter tudo organizado, é importante deixar a faxina em dia para que o seu lar fique sempre limpo.

Otimizar espaço em um apartamento pequeno é algo imprescindível para o bem-estar. Ao acertar com essas dicas, ficará fácil circular pelo imóvel e ter uma casa mais bonita e limpa.

Agora que você já sabe como otimizar espaço em imóveis menores, aproveite para conhecer o estilo retrô de decoração!