alguns exemplos de uvas para vinhos

Na hora de receber os amigos, fazer um jantar em família ou até apreciar uma boa comida, o vinho é uma pedida certeira. Em diferentes variações, é cheio de sabores, aromas e experiências. Por isso, conhecer as uvas para vinhos é um jeito de ter sempre a garrafa certa por perto.

Além das versões famosas que existem mundo afora, há algumas variações que merecem atenção especial. Quanto mais você conhecer, mais fácil será de harmonizar!

Para que não restem dúvidas, veja 12 uvas para vinhos e como usá-las a favor do paladar!

1. Cabernet Sauvignon

Um dos cruzamentos mais famosos e bem-sucedidos, a uva Cabernet Sauvignon tem sabor marcante e características únicas. A casta surgiu da união entre Sauvignon Blanc e Cabernet Franc e é a mais cultivada no planeta.

É uma das uvas para vinhos de sabor incomparável e de aroma único. Os componentes do rótulo encorpado trazem notas de pimenta ao seu aroma, o que proporciona um ar rústico e forte à bebida.

Sua origem é a região de Bordeaux, na França, mas hoje é produzida com sucesso em outras áreas, como na Argentina, África do Sul e Chile — onde ela domina o mercado.

Na hora de harmonizar é preciso seguir no mesmo caminho encorpado. Ou seja, ele funciona para entradas apimentadas e para o prato principal.

Carnes pesadas, como as vermelhas, contêm gordura e proteína que combinam por causa dos taninos que limpam o paladar. Também é ideal para algumas massas e risotos marcantes, como os com especiarias.

Por outro lado, frutos do mar podem destacar o sabor metálico, enquanto produtos com muitos conservantes, como molhos prontos, alteram o paladar.

Para não perder nenhuma característica dessa uva tão famosa, veja um raio-X da alternativa:

  • Tipo de vinho: tinto encorpado;
  • Aroma: levemente apimentado, com toque distante de frutas vermelhas e eucalipto.
  • Sabor: complexo e estruturado, com grande quantidade de taninos.
  • Harmoniza com: carnes vermelhas e com grande teor de gordura, massas, risotos e comidas com um toque de pimentão.
  • Evite: frutos do mar, carnes muito leves (como o frango) e produtos altamente industrializados.

2. Merlot

Ainda na classificação dos tintos, o Merlot é uma uva igualmente famosa no mundo e originária de Bordeaux. Em geral, essa cepa é bastante utilizada em vinhos novos.

Seu amadurecimento é rápido e a adaptação é bem grande. Com isso, o Brasil também produz a uva que forma excelentes rótulos para ter na adega.

O aroma depende do padrão adotado. Ele varia desde ameixas maduras e com características aromáticas até uma bebida com aroma suave de morangos e framboesas.

Quanto ao sabor, não é tão ácido e os taninos são suaves. Com isso, o gosto não é tão pronunciado e é recomendado para quem não procura um tinto muito forte.

Como tem níveis intermediários de doçura e acidez, é ideal para aves, frios leves, legumes e massas com molho vermelho.

Por outro lado, as comidas apimentadas não são boas escolhas. Elas “poluem” o paladar e podem tirar todo o brilho dessa uva. As folhas cruas e os peixes talvez se percam na combinação de sabores.

  • Tipo de vinho: tinto macio;
  • Aroma: altamente aromático de ameixas maduras ou levemente cítrico de framboesa e morango;
  • Sabor: suave, com taninos macios e menor acidez;
  • Harmoniza com: aves, carne vermelha, massas de molho vermelho bem condimentado, frios e quase todos os queijos;
  • Evite: frutos do mar, vegetais e folhas cruas e peixes muito suaves.

3. Malbec

Outra entre as uvas para vinhos que devem fazer parte do seu bar é a Malbec. Ela forma vinhos escuros e aromáticos e que têm grande personalidade.

É originária da região de Bordeaux, mas ganhou projeção de verdade na Argentina. Com a excelência da produção do país sul-americano, o vinho Malbec foi alçado a um novo patamar. Também é encontrada em países como Itália e Austrália, cujas condições climáticas favorecem o seu desenvolvimento.

O sabor é intenso e, principalmente, pertinente. Essa uva faz com que a bebida, por si só, já seja uma experiência profunda.

Quanto ao aroma, é bastante marcante. As frutas vermelhas maduras e de casca escura, como ameixa, destacam-se nesse sentido. Algumas versões, principalmente as argentinas, trazem um toque levemente floral.

Por causa da intensidade, é ideal para pratos como pato, cordeiro, crostini de ervas e cogumelos. Nozes, alho e cebola também funcionam na combinação.

A mesma qualidade faz com que ele deva ser evitado em preparações leves ou com sabores pouco pronunciados, como peixes e outros frutos do mar ou legumes sem gosto marcante.

  • Tipo de vinho: tinto seco e encorpado;
  • Aroma: frutado, principalmente de ameixa madura. Notas de baunilha e violeta também aparecem;
  • Sabor: encorpado, de grande permanência e com leve e agradável amargor;
  • Harmoniza com: pato, carré, cordeiro, churrasco, ervas finas e preparações à base de cogumelos.
  • Evite: sabores pouco destacados, como frutos do mar e legumes crus ou de pouca intensidade.

4. Carménère

Quem também pode marcar presença entre suas taças e copos é a Carménère. Essa cepa é muito famosa e consumida no Brasil. É de origem francesa — novamente, Bordeaux é a área inicial da produção.

No final do século XIX, ela quase foi extinta por uma praga na Europa. Para os amantes da bebida, a cepa já era cultivada no Chile e, com isso, o vinho com suas características voltou a figurar no mercado.

Essa é uma das uvas para vinhos que formam um tinto cheio de personalidade e que é usado em blends variados. O líquido tem uma tonalidade um pouco menos escura do que os rótulos já apresentados. Diferente dos outros, a uva Carménère oferece um vinho de tom avermelhado e intenso, cheio de qualidades.

O seu aroma tem toques especiais, com uma mistura entre pimenta e frutas como a amora. Quando é oriundo de barris de carvalho, carrega notas de chocolate ou caramelo.

Quanto ao sabor, é menos forte que o de um Cabernet Sauvignon, mas não é tão delicado quanto os de taninos suaves. Tem personalidade, mas fica em um espaço de transição.

Como os taninos não são tão fortes, não combina tanto com carnes com muita gordura. Cortes como cordeiro e filé mignon se adaptam corretamente. As massas — destacadamente, com molho à bolonhesa — funcionam bem, assim como queijos curados e peixes gordos.

Para aproveitar ao máximo os sabores, evite uni-lo a saladas, pratos leves, frutos do mar ou carnes com excesso de gordura.

  • Tipo de vinho: tinto encorpado clássico;
  • Aroma: intensamente frutado com um toque de pimenta preta. O odor pode variar até notas de tabaco ou chocolate se for amadurecido em madeira;
  • Sabor: taninos de leveza intermediária, acidez elevada e presença marcante;
  • Harmoniza com: carnes de corte relativamente magro, lasanha, queijos amadurecidos e peixes com um nível maior de gordura;
  • Evite: outros frutos do mar, saladas leves e carnes muito gordurosas, como aves exóticas.

5. Syrah

A Syrah é uma das uvas para vinhos mais antigas do planeta. Originária da França, principalmente, ganhou importância quando entrou na região francesa de Bordeaux.

A bebida que dela se origina é forte, marcante e cheia de personalidade. Como forma um tinto bem encorpado, é uma opção perfeita para quem sabe apreciar um vinho de qualidade.

O aroma é bastante característico e flutua de frutas negras, como o mirtilo, até a azeitona, a pimenta preta, a menta e o tabaco.

O líquido de coloração escura é marcado por algumas notas herbáceas, de especiarias e com acidez moderada. Ao mesmo tempo, o paladar oferece um frescor bastante único para um tinto tão encorpado.

A principal indicação de harmonização é com as carnes, como assados, churrascos e opções vermelhas. As escolhas que não forem tão ácidas casam com aves e carnes magras, enquanto os leves vão bem com as comidas repletas de especiarias, como a pimenta.

Para que o sabor do vinho não apague o da refeição, evite os frutos do mar, os blends leves de carne e os molhos ácidos.

  • Tipo de vinho: tinto encorpado;
  • Aroma: notas de frutas negras, como amora e mirtilo, pimenta preta, coco, menta, tabaco e azeitona preta;
  • Sabor: acidez mediana combinada com persistência e paladar marcante, além de notas frutadas e herbáceas;
  • Harmoniza com: carnes com nível moderado a alto de gordura, como assados, churrascos e linguiças especiais, além de comidas apimentadas e exóticas;
  • Evite: frutos do mar, molhos com acidez elevada e carnes ou vegetais de sabor muito leve.

6. Pinot Noir

Você provavelmente já ouviu o nome de uma das uvas para vinhos mais famosas do mundo: a Pinot Noir. A cepa vem de Borgonha, na França, e é admirada desde a época da nobreza europeia em seus castelos.

A uva forma um tinto menos escuro, de tom avermelhado intenso e saboroso. Contudo, um Pinot Noir original tem que vir da Borgonha, que detém os “direitos” sobre o título.

O aroma é parcialmente frutado e parcialmente floral. De uma taça dessa bebida emanam notas de cereja e framboesa, bem como de canela e violeta. As garrafas produzidas em alguns lugares também apresentam um leve aroma de baunilha.

Já o paladar tem um toque amadeirado, doçura intermediária e acidez média para alta. Ele tem grande capacidade de envelhecimento e oferece sabores complexos.

Na hora de fazer a harmonização culinária, opte por pratos com cogumelos, leguminosas e com misturas agridoces. Alguns frutos do mar, como a lagosta, também combinam com a bebida, assim como frango com molho intenso.

Para aproveitar a complexidade, evite pratos com vinagre e carnes muito gordurosas.

  • Tipo de vinho: tinto de médio corpo;
  • Aroma: mistura entre pontos frutados e florais, como a canela, violeta, frutas vermelhas e baunilha;
  • Sabor: a doçura intermediária é unida a uma acidez de nível intermediário e sabor pronunciado de carvalho nos mais envelhecidos;
  • Harmoniza com: pratos agridoces com frutas, lagosta, combinações de frango com molho forte e cogumelos;
  • Evite: carnes gordurosas e pratos com vinagre, como saladas de folhas cruas.

7. Tannat

Se você já conhece alguma coisa de vinho, nem que seja os que leu nos parágrafos anteriores, sabe que os taninos são fundamentais na composição. O Tannat, seu nome revela, é uma uva com um nível elevado desses elementos.

Ela vem de Madiran, na França, mas hoje já é muito cultivada no Uruguai, que faz dela a protagonista de sua viticultura.

Originalmente, era usada para produzir um tinto de qualidades rústicas. Nos dias atuais, ganhou um toque de requinte por ser uma escolha clássica e com características únicas.

O sabor inclui uma acidez pronunciada e os taninos atuam na limpeza do paladar de um jeito eficiente. Os aromas principais ficam entre frutas negras, alcaçuz e tabaco. Os envelhecidos têm notas, inclusive, que lembram o couro.

A melhor combinação é com carnes vermelhas e cortes gordurosos como o pato. Também funciona com vegetais intensos, como o nabo.

Por ter intensidade elevada, não serve muito para carnes magras, nem frutos do mar e queijos de cura leve.

  • Tipo de vinho: tinto encorpado clássico;
  • Aroma: notas de frutas negras e de alcaçuz aparecem combinadas com as de tabaco e couro;
  • Sabor: a acidez pronunciada gera um gosto marcante, pertinente e de grande intensidade;
  • Harmoniza com: cortes gordos de carne, como o pato e bifes suculentos, além de com vegetais amargos;
  • Evite: comidas com paladar que possa ser ofuscado, como frutos do mar, queijos leves e vegetais crus.

8. Chardonnay

A Chardonnay está entre as uvas para vinhos famosas. É a Cabernet Sauvignon das castas brancas e uma das mais consumidas.

Apesar de ser originária da Borgonha, ela se espalhou por todos os continentes e, hoje, é cultivada com sucesso na Califórnia, na Argentina, na Austrália e na África do Sul.

Os novos têm aromas cítricos, como de limão e maçã. Enquanto isso, os envelhecidos em carvalho apresentam notas de baunilha, manteiga e mesmo de torrada. Também variam entre maçã verde e pera a pêssego, abacaxi e até avelã.

Quanto ao sabor, a leveza e a doçura são maiores nos envelhecidos. Já os novos têm doçura intermediária e acidez elevada.

As combinações culinárias são diversas, já que é um vinho para abrilhantar e destacar as principais características da comida. Queijos pastosos, como o Brie, formam ótimos sabores na composição, assim como ostras, saladas e até sobremesas de frutas. Os envelhecidos também harmonizam com salmão, sardinha, frango e vieiras.

Como qualquer branco de corpo médio, essa é uma das uvas para vinhos que não funciona com pratos de paladar marcante, como os apimentados ou amargos. Ingredientes ácidos ou muito doces são igualmente dispensáveis.

  • Tipo de vinho: branco de corpo médio;
  • Aroma: de maçã verde, pera e limão a baunilha, manteiga, torrada, abacaxi e avelã.
  • Sabor: a doçura e a acidez variam entre média e alta e ambas dependem da idade do vinho, que é leve e refrescante;
  • Harmoniza com: frutos do mar, peixes oleosos, queijos pastosos, saladas, ervas aromáticas e sobremesa de frutas, como crumble ou torta de maçã;
  • Evite: ingredientes ácidos, doces ou com sabor muito intenso.

9. Sauvignon Blanc

Oriunda de Bordeaux, na França, a Sauvignon Blanc é uma casta bastante reconhecida. Como visto, ela deu origem à uva de vinho tinto mais famosa do planeta, então merece a sua atenção.

Atualmente, é cultivada na Itália, na Nova Zelândia e no Chile, mas está, de verdade, em todo o mundo. Com características especiais, forma um vinho branco seco e de sabor inigualável.

O líquido que sai das garrafas é bem claro, praticamente transparente e tem um aroma único. As notas misturam limão, maracujá, groselha e até flor de sabugueiro.

O sabor é marcado por um gosto doce com toque amadeirado e acidez intermediária. A intensidade também não é muito elevada, o que o torna versátil e agradável.

Sua melhor combinação é, de longe, o queijo de cabra por causa de sua qualidade diferenciada de gordura. Funciona com saladas que usam esse queijo, bem como com truta, salmão e atum.

Quando tirar a rolha de uma garrafa como essa, passe longe de molhos cremosos ou ácidos e de carnes grelhadas.

  • Tipo de vinho: branco seco;
  • Aroma: frutas cítricas misturadas a aromas doces e levemente florais, como da groselha;
  • Sabor: doçura e acidez intermediárias, com proeminência do toque do carvalho sem pesar a intensidade;
  • Harmoniza com: queijo feta, saladas frescas com esse ingrediente e peixes de águas profundas, como o salmão;
  • Evite: molhos cremosos e ácidos, assim como carnes grelhadas.

10. Prosecco

O Prosecco não é, exatamente, um tipo de vinho. Na verdade, ele é um rótulo italiano muito famoso e que merece destaque graças à sua intensa popularidade.

Tem diferentes graus de perlage, ou seja, as bolhinhas de gás carbônico que compõem os espumantes e suas variações. É originário de Veneto e feito com a uva glera, um tipo branco que origina um vinho saboroso, leve e perfeito para os dias quentes.

O sabor é marcante e doce, com notas de maçã verde, pera, melão e mel. Mesmo assim, a acidez na medida evita que seja doce demais. O aroma mistura notas cítricas e florais, o que o destaca.

Essa escolha borbulhante é perfeita para aperitivos e para servir com a entrada de um jantar completo. Ao mesmo tempo em que funciona com bruschettas e canapés, por exemplo, também vai com molhos cremosos e frutos do mar. Como serve para limpar o paladar, complementa a comida de um jeito satisfatório.

Por ser doce, é ótimo para sobremesas. Para casamentos no estilo bolo e espumante, é uma excelente escolha. No Natal, é o rótulo perfeito para degustar o panetone!

Por ser leve, não combina com comidas muito apimentadas ou de sabor intenso. Apesar de limpar o paladar, a quantidade baixa de taninos não é indicada para carnes gordurosas.

  • Tipo de vinho: branco leve e borbulhante;
  • Aroma: qualidades cítricas misturadas a um leve aroma floral;
  • Sabor: tem nuances de maçã verde, pera, mel e melão, com um tom doce agradável e sem peso;
  • Harmoniza com: entradas e aperitivos diversos, frutos do mar, molhos cremosos e sobremesas;
  • Evite: carnes pesadas, gorduras e comidas com um sabor muito pronunciado.

11. Moscato Giallo

De origem italiana, a Moscato Giallo é uma uva conhecida por sua cor amarela e que gera um vinho muito especial. Trata-se de uma variação do famoso Moscatel, mas, mesmo assim, ainda não é uma cepa tão difundida.

O branco formado por essa uva tem uma coloração amarelada e ele é bastante límpido. O sabor, por sua vez, é fino, estruturado e capaz de trazer um toque refrescante. Ao mesmo tempo, é leve e pouco ácido.

O aroma é marcado por notas cítricas — destacadamente, a de maçã verde. Também atinge aromas de mel e flores leves, o que o torna uma alternativa aromática e marcante.

Por causa de sua leveza, é indicado para pratos refrescantes, como saladas verdes, folhas cruas, aperitivos e frutos do mar. Funciona, ainda, com queijos leves e massas de molho branco. A característica do Moscatel e a temperatura baixa de consumo o tornam uma alternativa para sobremesas.

As piores combinações são as muito fortes e que matam a sutileza da bebida. Carnes vermelhas ou com excesso de gordura, comidas apimentadas ou com molhos ácidos são escolhas ruins.

  • Tipo de vinho: branco seco;
  • Aroma: notas de mel, maçã verde e rosas brancas, as quais dão origem a uma combinação muito aromática;
  • Sabor: acidez reduzida, corpo médio e persistência intermediária criam um paladar refrescante e suave;
  • Harmoniza com: queijos leves e de pouca cura, frutos do mar, saladas tropicais e até com sobremesas;
  • Evite: comidas de sabor muito pronunciado, como as apimentadas, com muita gordura ou elevada acidez.

12. Riesling Itálico

A uva do vinho Riesling Itálico é uma alternativa pouco conhecida mundialmente, mas que tem uma excelente produção no Brasil. Apesar de ser menos consumida que as demais, é uma ótima pedida para impressionar naquele happy hour em casa com os amigos, por exemplo.

Originalmente, as uvas para vinhos da cepa Riesling são alemãs e eram produzidas na região do Reno. Depois, ocuparam áreas do Norte da Itália e porções próximas ao Leste Europeu. Esse vinho branco apresenta qualidades únicas, leves e de consumo muito fácil. A cor dourada, quase palha, cria um visual diferente, com aroma que varia entre o cítrico das frutas amarelas e o floral.

Ele tem acidez grande, mas o sabor não é tão marcante. Isso o torna uma excelente alternativa, já que é bastante sutil. Não tem muita persistência no paladar, mas oferece uma experiência agradável.

Por causa da sua sutileza, essa uva funciona bem com comidas de mais personalidade. Suas características o transformam em ótima opção para comidas apimentadas, especialmente as das culinárias indiana e tailandesa. As carnes que combinam melhor são a de porco, o frango, o camarão e o caranguejo, enquanto cenoura, abóbora e coco são acompanhamentos adequados.

Por causa da acidez elevada, alguns molhos, como o de tomate, devem ser evitados. Comidas doces, como sobremesas ou preparações agridoces, também precisam ficar longe.

  • Tipo de vinho: branco leve
  • Aroma: cítrico de frutas amarelas, como damasco e abacaxi, e leves notas florais;
  • Sabor: acidez elevada aliada a taninos muito suaves, de paladar leve e pouco persistente.
  • Harmoniza com: comidas apimentadas, frutos do mar, carnes magras e vegetais e tubérculos, como a cenoura;
  • Evite: sobremesas, combinações dentro da faixa doce e comidas ácidas, como tomates e certos tipos de queijo.

Agora que você conhece alguns dos melhores tipos de uvas para vinhos, prepare-se para tirar os tipos de taça certos e aproveite a versátil e saborosa bebida em suas diversas variações!

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Comments (3)

  1. Interessante

  2. Boas informações

  3. Muito boa a descrição, principalmente da Tannat e Moscato Giallo não tão conhecidas como as demais.

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